titulo original: (Un Secret)
lançamento: 2007 (França) (Alemanha)
direção: Claude Miller
atores: Cécile de France , Patrick Bruel , Ludivine Sagnier , Julie Depardieu , Nathalie Boutefeu
Pouco após a Segunda Guerra Mundial, François Grimbert (Valentin Vigout/ Mathieu Amalric), um menino de sete anos, vive no seio de uma família judia na França. Sob a aparente convivência tranquila, reina o não-dito, e o garoto solitário inventa para si um irmão e imagina o passado dos seus pais. No seu aniversário de 15 anos, François descobre um terrível segredo: seus pais eram cunhados. Os dois tentaram ignorar a paixão proibida, mas, com as reviravoltas da história e a deportação dos judeus, tiveram de confrontar seus sentimentos.
Saindo de lá tomamos um choppinho no Athenas Café, na Augusta, 1449, local transado com chopp Brahma geladíssimo delicioso, se passarem por lá experimentem o musaká, mas fujam do bolinho de carne. Fomos então assistir à peça "A Alguma Margem, no rio" no Sesc Paulista.
Em Alguma Margem, no Rio
Um sertanejo segue pelo rio com sua canoa, até que ela fica presa num tronco de árvore, obrigando-o a pensar na própria vida, no próprio destino. A direção é de Jairo Mattos. (Drama)
Direção: Jairo Mattos
Com: Paulo Barcellos
Duração: 50 minutos
Classificação: 14 anos
Texto: Viviane Dias
O texto, de Viviane Dias e Paulo Barcellos, se inspira na obra de Guimarães Rosa, contando a história de um homem que está em uma canoa, descendo o rio, mas sua embarcação se prende a um tronco. Já delirando com o forte sol do sertão, o herói vê esse tronco transformar-se em uma espécie de esfinge que reflete o seu rosto: e aceita suas condições: contar a sua história como forma de continuar a viagem. No processo, revive o amor de Juçara, o ódio por Jacinto, sua traição, a perda do filho, o retorno a seu lugar de origem, a descoberta do "velho", uma fonte de sabedoria impessoal dentro de si que nunca imaginou possuir.
E fechamos a noite com Croques e um vinho Casileiro del Diablo, no La Tartine. Restaurante françês charmoso na Fernando de Albuquerque, mas sempre com fila, apesar que a espera também é agradavél no andar superior sempre descontraído.
No sábado, após nos deliciarmos com a galinhada com piqui no aniversário da Vinha, escolhemos de sopetão a peça "Sonho de um Homem Ridículo" e a surpresa foi agradabilíssima. IMPERDÍVEL . No teatro Ágora.
Adaptação de Celso Frateschi para o conto de Fiódor Dostoievski (1821-1881). Frateschi protagoniza um monólogo dramático. Iluminação, cenário e trilha sonora parecem confluir para a reprodução de uma São Petersburgo sombria e ameaçadora, o lar de um infeliz funcionário público. Certa noite, depois de quase levar a cabo a ideia de se matar, o homem tem um sonho. Nele, viaja a uma espécie de paraíso e lá acaba semeando a discórdia e a corrupção moral entre as criaturas. Direção de Roberto
A peça nos insipirou em assuntos filosóficos pela noite afora. E escolhemos discutí-la tomando um vinho no Papo e Petiscos da Praça Roosevelt. Desde que voltamos de viagem ainda não tínhamos voltado lá, e na esperança de que o acontecido com o Bortoloto no espaço Parlapatoes não tívesse deixado aquele cantinho da cidade mais vazio, nos deparamos com uma atitute infeliz da prefeitura que proibiu as mesinhas nas calçadas, conversando com o casal donos da tabacaria que estão lá desde 68, soubemos que foi uma solicitação da vizinhança, que ironicamente pode contribuir para que o local mais vazio fique mais suscetível à violência.
No Domingo fomos de manhã no Ibirapuera ao Sarau Poiesis (Organização Social de Cultura) da Casa das Rosas, na praça da Paz, em homenagem ao aniversário da cidade.
Tivemos a oportunidade de conhecer o coletivo Poesias Malouqueirista e as Encantadeiras. Grupo que se iniciou a partir do encontro de poetas urbanos, apresentam intervenções poéticas, performances e manifestações da cultura afrobrasileira.
E as encantandeiras mostraram o talendo com uma voz suave acompanhado de uma percursão leve e agradável.
Conhecemos o projeto da Casa das Rosas - Cores e Cantos da Poesia em São Paulo, que como o proprio nome diz, leva poesia a vários cantos da cidade por áreas carentes de literatura.
E como que para brindar e marcar seu aniversário, voltamos praticamente cantando na chuva torrencial e paulista que caía pelo parque.




que programação cultural e gastronômica mais extensa!
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